Top 10 Comédias


Domingo combina com filme e sofá, não é mesmo? Pensando nisso, a RealtON separou um top 10 comédias pra te inspirar, confira!

Prepare a pipoca e divirta-se!

10 – Sr. & Sr. Smith (Mr. & Mrs. Smith, EUA 2005), de Doug Liman

O filme que antecipou uma nova onda em Hollywood, em que as comédias de ação e romance se confundem. A fita de Doug Liman, que entrou para os anais da história, como a que possibilitou a união de Angelina Jolie e Brad Pitt, é um arraso. Divertido do começo ao fim, com piadas que vão da sofisticação ao non sense, o filme se resolve como uma sátira do convívio conjugal. Sucesso de bilheteria até certo ponto surpreendente, é dos poucos da presente lista a agradar um público diverso.

9 – Tudo pode dar certo (Whatever works, EUA 2009), de Woody Allen

De volta a Nova Iorque depois de uma temporada européia, Allen recuperou esse roteiro abandonado nos anos 70 e lhe conferiu um verniz atual; modificado por suas experiências cinematográficas na Inglaterra e na Espanha. A vocação de Tudo pode dar certo é apresentar um Allen tão liberal quanto o da época pré-europa, mas muito mais cínico e corrosivo- ainda que mais otimista. Larry David nunca esteve tão pontual e o filme ainda apresenta as melhores piadas do diretor e roteirista em anos.

8 – Shrek (EUA 2001), de Andrew Adamson

O ogro verde da Dreamworks é o grande responsável pelo “amadurecimento” das animações. Foi graças ao estrondo causado por Shrek, que a crítica considerou o melhor filme no festival de Cannes de 2001 (onde foi exibido fora de competição), que foi criado uma categoria no Oscar para premiar as animações. Muitos achavam que Shrek merecia o Oscar principal. Com um humor anárquico, e ainda assim de profunda identificação familiar, essa fábula às avessas agrada em cheio. Rendeu continuações, nem sempre tão inspiradas quanto o original, e firmou-se como marca.

7 – Pequena miss sunshine (Little miss sunshine, EUA 2006), de Johathan Dayton e Valerie Faris

Famílias disfuncionais rendem ótimos dramas americanos. O filme que abalou o festival de Sundance em 2006 e angariou prêmios por onde passou, enfoca esse drama com muito humor e leveza. Um tio homossexual com tendência suicida, um avô maconheiro, um garoto em voto de silêncio, um pai autor fracassado de livros de auto ajuda e uma menininha não tão bonita que sonha em ser miss mirim. Com essa fauna de personagens, Pequena miss sunshine brinda seu espectador com inteligência e sagacidade em um filme que diverte, agrada, emociona e dá vontade de se orgulhar da sua família problemática.

6 – O virgem de 40 anos, (The 40 year old virgin, EUA 2005), de Judd Apatow

Não foi bem só o talento genuíno para cinema de Steve Carrel que esse filme revelou. Com essa premissa curiosa, de um cara de 40 anos virgem, essa comédia assinada por Judd Apatow entrega os seus a seus donos. O filme, “escatológico do bem”, prova que os homens são sim românticos, ansiosos e cheios de dúvidas; avançando no terreno das comédias românticas tão afeitas ao estereótipo feminino. Isso, sem abdicar das segundas intenções. De quebra, introduziu um novo jeito de se fazer comédia no cinema americano.

5 – O diabo veste Prada (The devil wears Prada, EUA 2006), de David Frankel

Excelente crônica sobre o culto a imagem, parábola matadora sobre a desilusão com a carreira pós-faculdade de jornalismo e uma comédia muito inteligente sobre arquétipos que trafegam nesses dois mundos. O diabo veste Prada pode ser o triunfo de Meryl Streep, mas é também um delicioso filme que critica pesado toda uma indústria travestido de guilty pleasure fashion.

4 – Os incríveis (The inscredibles, EUA 2004), de Brad Bird

Super heróis suburbanos em uma comédia de situação de apelo universal. O sexto filme da Pixar é uma sátira inspiradíssima do universo dos super-heróis com vistosos componentes de comédia familiar. Além de ser uma comédia fluída e inteligente, se configurou em um dos melhores filmes de super heróis de todos os tempos. Derrubando produções em que se inspirou como, por exemplo, O quarteto fantástico.

3 – Se beber não case (The hangover, EUA 2009), de Todd Phillips

Uma comédia em que você ri quase que ininterruptamente tem que estar na lista, certo? Por isso Se beber não case marca presença aqui. O terceiro lugar se deve ao frescor da trama que aposta na originalidade de não ser original (?) e surpreende com esquetes cômicas que alternam ingenuidade e malícia, em uma mistura que há muito não se via na comédia americana. Em 2011 veio a continuação desnecessária que entornou o caldo, mas a qualidade do original resiste à difamação do segundo filme.

2- Obrigado por fumar (Thanks for smoking, EUA 2006), de Jason Reitman

A propaganda é a alma do negócio nessa fita que marcou a estréia de Jason Reitman na direção. O filho do homem que levou os caça fantasma ao cinema, coloca um lobista charmoso e bonitão (Aaron Eckhart) para promover a indústria do tabaco. Fino e sofisticado, Obrigado por fumar prova que a comédia americana ainda é capaz de se sustentar em um cinema de ideias e articulá-las com humor. O triunvirato da morte (formado pelos lobistas das indústrias das armas, álcool e cigarro) é uma piada que só põe mais tempero nesse molho.

1 – Trovão tropical (Tropical thunder, EUA 2008), de Ben Stiller

Coube a Ben Stiller realizar a sátira definitiva sobre Hollywood e o cinema. O filme acompanha as gravações do “maior filme de guerra já feito”. Com um roteiro matador, personagens hilários e piadas sensacionais sobre o metiê, Trovão tropical ainda oferece a Tom Cruise o personagem mais inusitado de sua carreira (e impagável também). É aqui que Robert Downey Jr., em papel originalmente desenvolvido para Owen Wilson, demonstra toda a sua vitalidade como ator. Um filme que mostra, mais do que a capacidade de Hollywood rir de si mesma, como o cinema americano é capaz de produzir humor calcado em inteligência.

Fonte: Claquete Cultural

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