Restaurantes moderninhos com clima de balada


Listamos endereços como Le Bilboquet, bistrô Bagatelle e Chez MIS que aliam ambiente descolado e badalação

Turma no Bagatelle, diante de sorvete com vela de faísca: jantar em clima de festa (Foto: Mario Rodrigues)
Turma no Bagatelle, diante de sorvete com vela de faísca: jantar em clima de festa (Foto: Mario Rodrigues)

Luz baixa, música um pouco mais alta, decoração moderna. É possível combinar tudo isso sem abrir mão de boas receitas. O recém-inaugurado Le Bilboqueté bom exemplo desse tipo de restaurante com clima de balada. Importado de Nova York pelos sócios Pedro Viggiano, Laly Mansur e Roger Rodrigues, tem ambiente descontraído e um menu atraente.

No cardápio, são apresentados pratos tradicionais, trazidos da matriz, mais hambúrgueres e pasteis de tartare (uma versão menos requintada do prato mais pedido),para dar um toque moderno, informal e prático à casa. O serviço é peculiar: os garçons, saídos de agências de modelo, adotam uma postura simpática. O ponto escolhido foi a Rua Vittorio Fasano, no Jardim Paulista.

Confira abaixo outros restaurantes que estão na moda:

■ Bistrot Bagatelle: o bistrô importado de Nova York tem clima de balada e reúne culinária francesa e música alta. Novo point dos Jardins, o restaurante da rua Padre João Manuel é frequentado por modelos, socialites e rapazes com carros importados. Entre as sobremesas, destacam-se os sundaes gigantes (1,5 litros de sorvete na taça), servidos para os aniversariantes com uma vela faiscante (R$ 85,00).

 

            O lounge à meia-luz do Brasserie des Arts: bacana para reuniar os amigos
O lounge à meia-luz do Brasserie des Arts: bacana para reuniar os amigos
(Foto: Fernando)

■ Brasserie des Arts: filial de uma casa de Saint-Tropez, na Riviera Francesa, o novo e já badalado endereço tem perfil versátil. Pode-se tanto jantar ao som de house e deep house como curtir o clima de bar da varanda e do lounge, com sofás e pufes. O competente Marcelo Serrano (ex-MyNY Bar) assina e executa a carta de drinks, com quarenta receitas. Dezoito delas são autorais, a exemplo da organic. Suave e de notas cítricas, vem à mesa num copo de conhaque, com um cubo de gelo dentro. Compõem a fórmula gim escocês Hendrick’s, semente de zimbro macerada, vinagre orgânico de maçã e açúcar demerara. A cozinha, comandada pelo chef francês Xavier Torrentes, elabora boas sugestões, entre elas o ceviche de peixe branco e camarão (R$ 30,00).

■ Brown Sugar: durante a semana no almoço, atrai um grande número de clientes que trabalham na região. Nos demais horários, o perfil do público muda completamente. Suas mesas são tomadas por uma moçada ruidosa, que busca receitas reunidas no cardápio não muito extenso. Comece pela salada romana, um miz de alface com mussarela de búfala, presunto tipo parma e um coração de alcachofra (R$ 37,00). Guarnecida de risoto de queijo parmesão, a picatta apresenta bifes de filé-mignon ao molho de mostarda em grãos (R$ 47,00). Longe de qualquer traço italiano, o brigadeiro de colher (R$ 15,00) está na lista de sobremesas.

 

  Cenário charmoso do Candela: boas receitas e azaração no jantar
Cenário charmoso do Candela: boas receitas e azaração no jantar
(Foto: Fernando Moraes)

■ Candela: revestido por tijolos à vista, o ambiente é um charme, em especial no jantar. Tanto em nichos nas paredes quanto sobre as mesas, velas acesas criam uma atmosfera de azaração entre os jovens que batem ponto por lá. O clima revela-se muito diferente durante o dia, quando os lugares são ocupados por quem trabalha na região. Em qualquer horário, encontram-se receitas do chef francês Erick Jacquin, consultor culinário da casa. O delicioso atum malpassado em crosta de gergelim ao molho de pimenta-verde (R$ 58,00) chega na companhia de purê. De sotaque nacional, o picadinho é guarnecido de arroz, feijão, couve, ovo frito e banana à milanesa (R$ 41,00).

■ Carmen di Granato: para criar esse restaurante com clima de lounge, Cassio Machado buscou inspiração em Carmen Miranda e enfeitou as paredes do salão com belos retratos criados pelo artista Ivald Granato. O atraente cardápio põe a culinária nacional em primeiro plano. Da seção de pescados, chama atenção a moqueca de frutos do mar ao estilo baiano, servida na panela de ferro e aromatizada por discreta quantidade de azeite de dendê (R$ 44,00). Pelo mesmo preço, faz um apetitoso filé-mignon na manteiga de garrafa flambado na cachaça.

■ Chez Lorena: serve pratos de origem mediterrânea, perceptível também em sua decoração, que mescla rústico com moderno. O espaço é agradável tanto para um almoço de domingo em família, quanto para um jantar a dois, mais intimista. Entre os pratos principais, vai bem o linguini com molho de tomate orgânico e frutos do mar (R$ 49,00).

 

            Chez Mis: burburinho noturno
Chez Mis: burburinho noturno
(Foto: Fernando Moraes)

■ Chez Mis: o grupo Chez acertou outra vez ao abrir esta casa, que combina badalação e boa cozinha. Localizada atrás do Museu da Imagem e do Som, tornou-se um dos lugares mais agitados da cidade, o novo ponto para ver e ser visto. No almoço durante a semana, atrai descolados e executivos que trabalham na região. No jantar, tem iluminação à luz de velas e é tomado por casais, sobretudo jovens com menos de 30 anos. O chef Leo Botto repete aqui alguns sucessos do Chez Lorena (antigo Lorena, 1989), caso do nhoque rústico recheado de mussarela ao creme de parmesão e finalizado por farofa de pão (R$ 43,00).

 

  Ambiente do novo Le Bilboquet
Ambiente do novo Le Bilboquet
(Foto: Cauê Moreno)

Le Bilboquet: mais um bistrô importado de Nova York que desembarcou na cidade. A casa, cujo nome faz referência a de nome de um antigo brinquedo francês, replicará o menu da matriz americana. Por aqui, quem cuida da cozinha neste primeiro momento é o francês Julien Mercier. O tartare protagoniza o menu e aparece em várias versões, entra elas a de atum (R$ 36,00).

■ Nagayama Café: aberto apenas durante o jantar, costuma receber um público ruidoso em clima descontraído. O cardápio não muito extenso traz combinados de sushi e sashimi e pratos como o frango grelhado ao molho teriyaki (R$ 48,00).

 

            O bonito salão do Ohka: movimento e badalação
O bonito salão do Ohka: movimento e badalação
(Foto: Mario Rodrigues)

■ Ohka: desde sua inauguração, o espaço é concorrido. No salão o público jovem, interessado nos bons sushis de Joberval Pereira, predomina. Há três versões de combinados individuais: a mais simples, chamada ohka1 (R$ 55,00), a do chef com ingredientes mais refinados (R$ 70,00) e a atum/salmão composta apenas desses dois peixes (R$ 63,00). Entre os poucos pratos quentes está o yakissoba de frango (R$ 35,00).

■ Ramona:no ambiente descolado, dos mesmos donos do bar-balada Alberta #3, do qual é vizinho, o jantar _servido até a madrugada_ é embalado por trilhas sonoras de rock e tem garçons moderninhos circulando pelo salão. O clima cai bem tanto para uma refeição quanto apenas para drinques e petiscos.Ex-titular do P.J. Clarke’s, o chef Bruno Fischetti faz um cheeseburger de primeira (R$ 33,00). Apresentado no prato, compõe-se de um bife de 200 gramas de fraldinha coberto por queijo mineiro da Serra da Canastra, ovo caipira frito, maionese, alface-romana e tomate-caqui. Outros acerto garantido é o steak tartare feito de filé-mignon, cebola-pérola, alcaparra, pepino em conserva, mostarda de Dijon e gotas de tabasco e coberto por uma gema de ovo de codorna (R$ 37,00).

Fonte: Veja SP

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